Mas quando elas se cruzam verticais sob o doirado dele é de facto belo. Andam por aí e por aqui, por lá, por onde não há, e depois acham-se. Deixo correr o mar, o ar, a brisa, sinto-os dentro de mim, sou livre como o horizonte simétrico do que busco na linha imaginária que não atinjo.
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
olhai e vede
Sem comentários:
Enviar um comentário