domingo, 28 de novembro de 2010

Diálogos

O hábito faz maravilhas. É impressionante o que a habituação do ser, enquanto máquina trabalhadora, a uma situação pode produzir. É claro que a capacidade de adaptação varia de pessoa para pessoa, mas refiro-me concretamente a questões de desempenho, a inadaptações concretas reais e físicas que nada mas nada supera à excepção do tempo. Mais do que metamorfose da alma, pois a alma muitas vezes nem se chega a adaptar nem pode, é a transformação dos processos mentais, da psico, que cria e desenvolve mecanismos de várias ordens. O que é preciso, nada. Rigorosamente nada. Além de suportar a passagem do tempo. E claro, não ter pensamentos adversos.

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