quinta-feira, 26 de maio de 2011

Relatório

Introdução

Fazê-lo. Inequivocamente fazê-lo, usar a verdade ou o mecanismo que disponho para dizer o que não é mentira, o que sinto, a expressão da alma, não será demasiada a revelação de que tu e eu somos um, está nas bocas deles o novo evangelho, está nas acções deles um novo ser humano, com comportamentos à altura do pensamento mais sublime que já tiveram acerca de quem são, a consciência do que verdadeiramente importa, sim o caso é para extremos, da única coisa que importa, foi só isso que viemos aqui fazer, o quê, sermos quem somos, expressar e proclamar afirmar e declarar quem sou, no espaço do que não sou talvez, talvez porquê, de que outra forma poderia sê-lo, como ter consciência do que sou se não pela comparação, pela consciência da consciência de outrem tão vivente como eu, pela consciência da pluralidade interminável de indivíduos que são pelo espaço sem fim, são aquilo que são que é muitas coisas, muitas facetas.

( Agradeço a Carlos Alves Pereira pela revisão deste texto )

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